Foto: Ivan LoyollaEra uma vez pequenas gotículas sobre finas linhas de um ser... vistas por um olho de um sábio...
Hoje eu acordei..., que bom, se não eu estaria morta. A morte é algo engraçado, não é?!. As pessoas brincam com ela, falam dela, como se ela realmente fosse alguém. Mas, quando ela vem ninguém entendi, procuram soluções, desculpas, respostas e quando não encontram piram. Eu muitas vezes não vou mentir já desejei morte para muitas pessoas. E porque?. Por um leve momento de raiva, pois a raiva é a condutora de muitas fatalidades que vemos a todo o momento nos meios de comunicação. O fato é que se torcermos a tv uma enorme poça de sangue surgiria em baixo de nossos pés.
E ela se sentiu inexistente após novamente cometer o ato tão “querido” e ao mesmo tempo se pensado impróprio. O barulho do som alto e a todo o momento mudado, a conversa e risadas altas das pessoas já totalmente a vontades e o vento que entrava pelas menores frestas possíveis batia sobre seu corpo lhe dando uma sensação de frescor ocasionado pelo calor do momento. Fechou os olhos e aos poucos ouvia o seu coração em conjunto com os passos apresados em direção ao local de alivio absoluto. Ela novamente estava num labirinto entre o antes e o depois, de agir como quer ou permanecer com suas vontades intactas. Suas sensações estavam impacientes. Seus pensamentos estavam elevados com a ajuda de elementos de “animação” e leveza. Estava feliz por tê-lo em seus braços, como um feto de uma mãe eternamente grávida. Olhando-o com verdadeiros olhos, registrando tudo para os momentos mais fracos de alegria, guardando aquilo que em outros tempos seria o que ela mais desejava para si e com o passar do tempo concordou que as melhores coisas do mundo têm que ser dividido, explorado, consumido aos poucos por ela e por demais seres comuns e iguais que captam a mesma sensação de “tudo” quando o absorve. Neste momento ela escreve, dele talvez. Passando para o papel a inspiração em forma de um homem.